quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Posted by Fabio Moraes On 11:19
Apesar de muitas serem as possibilidades do rock ‘n’ roll, geralmente as bandas do estilo sempre possuem ao menos três instrumentos musicais em sua formação: guitarra, baixo e bateria.
Esses instrumentos musicais ajudam na construção da harmonia das músicas e são um traço marcante, transformando integrantes de bandas em ícones e também estimulando todos aqueles que gostam de rock a aprender a tocar ao menos um deles.

Conheça mais sobre esses instrumentos musicais

Guitarra Elétrica: a guitarra elétrica é um dos instrumentos musicais de cordas (geralmente 6) e surgiu em 1930, sendo popularizada por Leo Fender. O som é produzido pela vibração das cordas, estas que são transformadas em sinais elétricos devido a captadores magnéticos. Tais sinais podem ser amplificados e emitidos por uma caixa que os converte em ondas sonoras, o que facilita a utilização do instrumento no rock e outros gêneros musicais.
Baixo Elétrico: também criado por Leo Fender, o baixo elétrico possui de quatro a seis cordas e funciona da mesma maneira que seu instrumento irmão, carregando como principal diferença o fato de possuir sons graves, utilizados para dar ritmo às músicas executadas. O baixo elétrico é um dos instrumentos musicais que mais dão um suporte harmônico, e começou a aparecer fundamentalmente no rock ‘n’ roll a partir do festival de Woodstock, em 1969. Na década de 70 o baixo se tornou um pouco mais maduro, pois os produtores começaram a perceber a sua importância em meio aos instrumentos musicais.

Bateria: A bateria é um componente praticamente indispensável quando se fala de instrumentos musicais contemporâneos. Antigamente dividida em muitas partes, teve no desenvolvimento do pedal a sua formação, já que então foi possível que uma única pessoa executasse a função de percussionista com todos os tambores e pratos unidos.

Bandas que fogem à regra dos instrumentos musicais

Nem todas as bandas de rock possuem a formação clássica do rock 'n' roll. Às vezes não é preciso ter baixo, guitarra e bateria para sustentar o som: basta talento e dedicação.
The White Stripes, duo formado por Jack e Meg White, extinto no início desse ano, fazia rock, mas não possuía o baixo em meio aos seus instrumentos musicais, mas, mesmo assim, fez um grande sucesso com seus hits e sua formação peculiar, que permitia um som mais limpo e destacado da guitarra.
Além disso, o duo possuía uma preferência por instrumentos antiquados de gravação, sempre inspirados no punk e no blues, mas com um pé do rock de garagem, atraindo a atração dos ingleses, que encontraram neles semelhança com o movimento britpop.
Mesmo que algumas críticas considerassem o som do duo ‘vazio’ por não possuir o baixo entre seus instrumentos musicais, o White Stripes já foi considerado uma das “100 bandas para ver antes de morrer”.
Outro exemplo é o Keane, banda adepta do piano rock que resolveu substituir as características guitarras por um piano e, mesmo assim, buscou influência em grandes panteões do rock, como Beatles, U2, R.E.M., Radiohead e até mesmo o punk dos Ramones. Mas a formação distinta não abalou o Keane de forma alguma: os integrantes dizem que a banda, que antes possuia o instrumento musical excluído, se tornou até melhor assim.
Premiações como o Ivor Novello de Música do Ano (Everybody’s Changing) e dois Brit Awards estão no currículo dos ingleses.

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